Cirurgia plástica facial

Quando uma pessoa deseja ou necessita de uma cirurgia plástica facial, busca a naturalidade no resultado. Pensando nisso, o INSTITUTO FELIPPU desenvolveu ampla infra-estrutura e tecnologia na área de cirurgia plástica, na otoplastia, cirurgia do rejuvenescimento facial, rinoplastia, entre outras.

Otoplastia – Cirurgia da orelha de abano

A cirurgia da orelha de abano, ou otoplastia, é feita para corrigir o afastamento das orelhas da cabeça, que dá um aspecto pouco estético.

Entre os 5 e 7 anos de idade, as orelhas já atingem seu tamanho e forma quase plenos, período a partir do qual se autoriza a cirurgia da otoplastia. Recomenda-se a correção das orelhas de abano o quanto antes, devido à inclusão social da criança em seu ambiente escolar. Crianças que apresentam essa alteração são frequentemente vítimas de preconceito, com possíveis reflexos psicológicos importantes, e consequências danosas para a autoestima e segurança da pessoa.

Recomenda-se que os pais permaneçam em alerta aos sentimentos da criança sobre as orelhas. Não se deve insistir com a cirurgia, ou mesmo convencer a criança, até que ela solicite por vontade própria a correção ou manifeste insatisfação com a aparência das orelhas. Uma dica é prestar atenção se a criança menciona apelidos recebidos ou zombarias na escola. Em relação aos adultos e jovens, o melhor momento para se submeter à cirurgia é quando se está emocionalmente preparado e motivado para a intervenção.

São necessários alguns exames para se conhecer clinicamente o paciente e, eventualmente, se identificar irregularidades sub-clínicas. São exames de rotina, como eletrocardiograma, hemograma, coagulograma, glicemia de jejum e exames específicos, que dependem de cada caso, podendo ou não necessitar da avaliação de outro especialista, como um cardiologista, pneumologista ou hematologista.

Existem muitas opções de técnicas cirúrgicas disponíveis para a cirurgia plástica da orelha de abano, porém cada técnica tem uma indicação e uma finalidade. A orelha de abano apresenta três deformidades básicas: 

Maior afastamento entre a orelha e a cabeça (aumento do ângulo céfalo-conchal)

É o defeito mais evidente, o responsável pela “orelha saltada”, que se afasta da cabeça. A causa é um aumento do tamanho da cartilagem de dentro da orelha, região chamada de concha auricular. A correção se faz pela redução do tamanho e projeção desse segmento.

Ausência da curva interna da orelha

É o defeito mais evidente, o responsável pela “orelha saltada”, que se afasta da cabeça. A causa é um aumento do tamanho da cartilagem de dentro da orelha, região chamada de concha auricular. A correção se faz pela redução do tamanho e projeção desse segmento.

Afastamento do lóbulo

Em orelhas de abano verdadeiras, o lóbulo costuma estar afastado da cabeça, tendendo para um ângulo perpendicular com a cabeça. A correção do lóbulo deve estar incluída na cirurgia da otoplastia.

Cirurgia do rejuvenescimento facial

O envelhecimento é um processo da pele e das estruturas profundas concomitante. Por isso, a terapêutica do rejuvenescimento facial oferece duas frentes distintas e complementares de ataque: Da cirurgia e da terapia dermatológica.

A cirurgia tem a intenção de atenuar o efeito do tempo, agindo sobre os planos faciais profundos, corrigindo a flacidez e removendo excessos. As mais modernas técnicas de cirurgia facial se baseiam na filosofia de reorientar, recolocar, redistribuir estruturas para posições mais favoráveis, em vez de aplicar técnicas mais agressivas de remover, retirar ou ressecar. A maior conservação dos tecidos e a intenção de preservar ao máximo a anatomia normal propiciam efeitos estéticos mais naturais, seguros e duradouros.

A cirurgia do rejuvenescimento facial tem como desafio e intenção promover uma melhoria na jovialidade da face, sem os estigmas da cirurgia plástica.

Uma vez que se busca a naturalidade como princípio da cirurgia, é fundamental saber que cada face deve ser avaliada individualmente, e as técnicas escolhidas especificamente para cada caso.

Lembre-se: nunca um rosto é exatamente igual a outro. O planejamento pré-operatório é a principal arma do cirurgião para um procedimento seguro e de resultados desejáveis.

As cirurgias e procedimentos faciais não são permanentes, uma vez que envelhecemos constantemente, e a passagem do tempo imprime seus inexoráveis efeitos em todos nós, quer sejamos operados ou não. Assim, devemos lembrar que a cirurgia plástica se apresenta como uma alternativa aos efeitos do envelhecimento facial, não uma cura, muito menos uma solução definitiva.

Atualmente, o rejuvenescimento facial representa um conjunto de procedimentos e cirurgias que o cirurgião pode se valer para oferecer ao paciente um efeito estético mais harmônico que no passado, através de técnicas mais conservadoras, menos agressivas, de redistribuição de tecidos, e resultados mais seguros e naturais.

Lifting endoscópico

Também conhecido como frontoplastia endoscópica, é o procedimento mais moderno e requintado para o tratamento dos supercílios e da região frontal (a testa). Através de pequenas incisões no couro cabeludo, e com o auxílio de uma pequena câmera, chamada endoscópio, podemos suspender as sobrancelhas, melhorando a aparência do olhar, sem a necessidade de incisões visíveis. O resultado oferece um grande ganho na cirurgia do rejuvenescimento. A cirurgia também nos permite atenuar ou corrigir rugas de expressão da testa e ao redor dos olhos (pés-de-galinha).

Blefaroplastia

A cirurgia das pálpebras segue o mesmo princípio de reposicionamento das estruturas. As bolsas de gordura, responsáveis pelo aspecto cansado da pálpebra inferior, são atualmente corrigidas através da recolocação da gordura para sua posição de origem, sem ressecção. Associa-se frequentemente a blefaroplastia a cirurgias como frontoplastia, suspensão zigomática, miectomia Orbicular e procedimentos de fortalecimento do esqueleto palpebral, para que o resultado atingido não resulte em uma aparência inadequada, mas proporcione naturalidade nas expressões faciais.

Lifting facial (ritidoplastia, ou face lift)

A suspensão facial, ou ritidoplastia aparece em destaque, dentro dessa mesma filosofia conservadora de reposicionamento de tecido, pelas técnicas de fortalecimento dos planos faciais profundos (o SMAS) em detrimento da suspensão por tração de pele. Na cirurgia do SMAS, a pele representa apenas o revestimento, e não o fator suspensor da face. Em conjunto com a ritidoplastia sub-SMAS, a ritidoplastia subperiostal oferece um ganho adicional de reorientação de tecidos, surgindo como técnica segura e de resultados naturais por atuar sobre o periósteo, o plano facial mais profundo.

A intenção é corrigir a flacidez, a queda dos tecidos da face. As incisões são colocadas de maneira estratégica para que não chamem a atenção. A mais importante incisão é colocada defronte a orelha, acompanhando uma dobra de pele, e sua aparência é perfeitamente aceitável para a maioria dos pacientes, por se tornar praticamente imperceptível. Normalmente essa incisão contorna a orelha por sua face posterior.

Cervicoplastia

É a correção da região anterior do pescoço e debaixo do queixo (o “papinho”). Normalmente é realizada em conjunto com o lifting facial, e consiste basicamente em três manobras: retirada do excesso de pele flácida, aspiração da gordura excedente e tração da musculatura.

A pele em excesso é removida através da cirurgia de lifting. A musculatura é tracionada através da incisão do lifting, em associação com uma incisão debaixo do queixo. A gordura em excesso é removida por lipoaspiração. É um procedimento muito gratificante ao paciente, pois devolve à face um elemento muito importante para a jovialidade: a aparência da linha da mandíbula.

O envelhecimento facial é muito marcado nessa região com o apagamento da mandíbula e o aparecimento do “papinho”, que é um grande culpado pelas queixas de aparência envelhecida e cansada.

Rinoplastia

O nariz é o órgão mais proeminente e central da face, elemento fundamental tanto para o equilíbrio estético da face como para a função respiratória. Uma alteração ou irregularidade em sua forma pode ser responsável por um efeito estético de desarmonia facial. Da mesma maneira, uma alteração ou doença interna nasal pode resultar em grande desconforto respiratório.

A cirurgia plástica do nariz, ou rinoplastia, tem como objetivo principal restabelecer a harmonia facial. Assim, mais que um nariz bonito, delicado ou empinado, é fundamental que se busque a naturalidade, quando a aparência pós-operatória atinge um resultado equilibrado, combinando com as feições do paciente, mas sem portar os estigmas de uma cirurgia plástica.

Uma vez que se busca a naturalidade como princípio da cirurgia, é fundamental saber que cada nariz deve ser planejado especificamente para cada caso.

Como nunca um rosto é exatamente igual a outro, também o nariz deve ser individual. O cirurgião concentra suas atenções no estudo minucioso da morfologia facial do paciente.

Conhecendo-se detalhadamente as características estéticas da face, pode-se analisar, quantificar e planejar o nariz ideal para cada pessoa.

O estudo fotográfico da face, conhecido como perfilometria, é a melhor forma de se mensurar e caracterizar objetivamente os padrões de proporcionalidade.

Devemos lembrar que o nariz participa ativamente da função respiratória. Além de porta de entrada das vias aéreas, o nariz tem papel importante na melhoria da qualidade do ar inalado, através de seu aquecimento, umidificação e até filtração, funcionado ainda como uma verdadeira válvula reguladora de fluxo. Imprimindo uma resistência específica, impede que o ar transite rápido demais por seu interior, mas também impede que seja excessivamente lento. Todos sabemos como um nariz entupido pode afetar a qualidade de vida do paciente, trazendo desconforto, sensação de congestão facial, boca e garganta secas, roncos, sono de má qualidade, sonolência diurna, aumento da ansiedade, perda de rendimento desportivo, entre tantas outras perturbações. Assim, acreditamos que as alterações internas nasais, como o desvio de septo, a sinusite crônica e a hipertrofia dos cornetos, devam ser identificadas e corrigidas na eventualidade de uma rinoplastia.

Não é incomum o candidato a uma rinoplastia apresentar alterações no posicionamento do mento (queixo), dos malares (maças do rosto), das pálpebras, etc. Cabe ao cirurgião identificar tais desequilíbrios e eventualmente sugerir a correção. Novamente, a rinoplastia se torna uma ótima oportunidade para se ajustar outras irregularidades, sempre com a intenção de uma melhoria estética global facial.

São necessários alguns exames para se conhecer clinicamente o paciente, e eventualmente se identificar irregularidades sub-clínicas.

São exames de rotina, como eletrocardiograma, hemograma, coagulograma e glicemia de jejum, e exames específicos que dependem de cada caso, podendo ou não necessitar da avaliação de outro especialista, como um cardiologista, pneumologista ou hematologista.

Como já mencionado, exames pré-operatórios específicos para cirurgias nasais devem ser considerados como rotina, como a tomografia computadorizada e a endoscopia nasal, indispensáveis para se determinar e avaliar a função nasal, sua saúde interna, podendo-se assim diagnosticar alterações ocultas, sub-clínicas, e corrigi-las na mesma oportunidade da cirurgia plástica do nariz.

Existem muitas opções de técnicas cirúrgicas disponíveis para a cirurgia plástica do nariz, porém cada técnica tem uma indicação e finalidade. Apenas após uma detalhada avaliação da estrutura anatômica nasal e das suas necessidades de mudança, uma tática cirúrgica pode ser planejada.

Para cada tipo de nariz existe uma técnica que melhor se adapta. Dependendo da abordagem escolhida, as incisões podem ser todas internas no nariz (abordagem fechada e semi-fechada), ou podem incluir uma pequena incisão da base da columela nasal (abordagem aberta).

Muitos cirurgiões utilizam apenas uma das técnicas em suas cirurgias. Acreditamos que todas as abordagens são úteis, entretanto a indicação da melhor abordagem deve ser precisa e obedecer a critérios rigorosos de.

Por preferência pessoal, utilizamos a abordagem fechada na maioria dos casos (transcartilaginosa), seguida pela semi-fechada (delivery). Reservamos a abordagem aberta apenas para casos muito selecionados, de maior complexidade e maior dificuldade técnica. Apenas nesses casos uma incisão externa é necessária (na base do nariz, de aproximadamente 4 mm). Do contrário, todas as incisões ocorrem dentro do nariz.

O nariz possui um esqueleto estrutural composto de ossos e cartilagens, e tal estrutura é reagrupada e modelada durante uma rinoplastia. Os modernos conceitos de cirurgia nos mostram que quanto mais conservadora é a técnica cirúrgica, melhores e mais seguros são os resultados em longo prazo. Assim, ao invés de ressecar, remover, retirar tecidos do nariz, optamos por técnicas menos radicais que reorientam, recolocam, modelam, redistribuem os tecidos existentes para posições anatômicas mais favoráveis. Os resultados são mais naturais, seguros, previsíveis e harmônicos. Em outras palavras, a moderna rinoplastia tem como filosofia imitar uma anatomia normal, favorável e bem próxima da natureza de um nariz funcionalmente adequado e esteticamente belo.